Este espaço serve para depositar as palavras que não consegui dizer... São as Vozes das minhas Muitas Almas... Meus Momentos de Silêncios e Lágrimas... Mudanças de Moradias e de Atitudes... Lugar para dividir minhas Transformações Interiores... É Um Pouco + d Mim.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Ele e o Dia dos Namorados
terça-feira, 1 de maio de 2012
Tão SIMPLES... Como um SONHO.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Meu Presente de Natal
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Fantasiando
terça-feira, 12 de abril de 2011
Quem dá Mais???
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A César
Enfim... De alguns meses para cá comecei a olhar meu blog com mais carinho. Minha inspiração veio de um novo amigo, um rapaz capaz de escrever o que sente de um modo tão delicado que ao ler tenho a sensação de está ouvindo sua voz, tenho a sensação de ouvi-lo respirar. Esse é Júlio César Vanelis.
Júlio é o irmão da minha Grande Amiga Ju, Ju que sempre esteve do meu lado em tantas histórias da faculdade,... Te Amo Ju (saudades, vê se me liga. Ok?).
Eu falando como se tivesse bebido água de vitrola e Júlio super na dele nos ouvindo, adorei tudo, detalhe comi um pão com calabresa MARAVILHOSO (podem morrer de inveja eu deixo, rs. Quando vai ter outro?) De verdade, eu já conhecia o http://semcortesesemedicao.blogspot.com/ , mas confesso fiquei muito feliz em conhecer o autor deste, detalhe o cara escreve muito bem #FATO
Minha felicidade do fim de semana foi que o Júlio me deu um super presente que foi o primeiro selo do meu blog. O que parece tão simples para alguns, para mim foi estimulante. Como eu havia dito o blog foi feito para um único leitor, mas vejo que isso mudou o povo está lendo, mudei o layout, coloquei mais aplicativos e estou adorando tudo isso.
De coração, preciso agradecer... Júlio, assim como sua irmã, já você tem espaço em meu coração e saiba que pode contar sempre comigo. Obrigado por me ler, por me recomendar, pelo selo, por ser tão sincero em seus textos, por ser meu amigo mesmo que longe. Serei sempre GRATO.
Aos leitores e possíveis leitores é importante saber que esse blog , cheio de linhas, de erros e de sentimentos antes era um templo de saudosismo para uma relação mal acabada só que agora será um espaço de verdades, MINHAS VERDADES.
Fiquem a vontade!
Abração
Sérgio Breneditt
O selo possui regras por isso eis-me aqui cumprindo:
1. Repassar o selo a 15 blogs (vou ficar devendo essa regra conheço pouquíssimos blog e os que conheço já tem)
2. Responder as perguntas (sempre, adoro. Me lembrei do velho caderno de perguntas da infância onde todos mentiam pra caramba rs)
Uma música: Take a Bow – Madonna (ela está velhinha, mas dá bom caldo. Jesus q Luz!)
Uma cor: Preto (amo preto com preto, combina tanto)
Uma estação: Inverno (sempre)
O que achou do selo: Um incentivo, um símbolo de aceitação. Um HONRA , de verdade eu AMEI =)
sábado, 22 de janeiro de 2011
Ao Encantado
No caminho não tinha anões, nem casa construída com doces. No entanto, neste tinha a doçura de um chocolate e o companheirismo comum a amigos que sempre estão juntos.
Não tinha fada-madrinha, nem bruxa, nem ao menos maçã. Não tinha castelo, nem rei, nem princesa adormecida. O lobo mal também não faz parte desta história...
Você também não vai encontrar aqui ratinhos costureiros... Nesta existiu apenas dois personagens: o plebeu e o encantado.
Era para ser uma história de amor, um amor com uma tendência homoerótica bem transgressora, mas não foi assim que aconteceu... Por acaso eles se encontraram, foi por caso que viveram em cumplicidade e por caso se amaram.
Não teve planos, os caminhos, o destino, as mãos de Deus quem os guiou pela estrada que seguem as pessoas apaixonadas...
O Plebeu era a intensidade, o desbravador, era o cara que sonhava vencer. O Plebeu era misto de força e ingenuidade alguém que matava gigantes durante o dia e a noite chorava contemplando o mar.
Por sua vez, o Encantado era mágico, ilusionista, perspicaz... Um lord possuidor de tudo que encostava a mão. Seu rosto sereno e maduro inspirava a confiança de chegar a algum lugar. Ao lado do Encantado, ninguém estaria perdido e foi assim que o Plebeu se sentiu...
Os dois se completavam. Plebeu tinha a família e o amor, já o Encantado tinha a noite, a liberdade do ar em percorrer todos os espaços. Juntos eram invencíveis... Juntos eram completos... Juntos eram como misturar a chuva e o sol... Juntos eram arco-íris.
No entanto, depois de longos anos vivendo no anonimato dos afetos escondidos, o Plebeu pediu para ouvir a palavra amor... Por medo, o Encantado o deixou... Na solidão o deixou, não teve desculpas foi um simples adeus, uma carta que falava de uma herança de diamantes e mais solidão.
Hoje, Plebeu, não sabe nada sobre o Encantado... Segue vivendo sua vida, faz faculdade, trabalha e busca encontrar se não o arco-íris pelo menos um pote de ouro.
A história não acaba com um final feliz, não era um conto de fadas era apenas mais um conto... Não termina com a máxima “E foram felizes para sempre.”
O que sei e posso deixar registrado aqui é que o Plebeu ainda ama e mesmo negando espera a volta... A volta do Encantado.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Crônica do Amor

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
sábado, 22 de maio de 2010
Uma Música
Paula Fernandes
Eu tô com saudades
Da nossa amizade
Do tempo em que a gente
Amava se ver
Eu não sou palavra
Eu não sou poema
Sou humana pequena
A se arrepender
Às vezes sou dia
Às vezes sou nada
Hoje lágrima caída
Choro pela madrugada
Às vezes sou fada
Às vezes faísca
Tô ligada na tomada
Numa noite mal dormida
Se o teu amor for frágil e não resistir
E essa mágoa então ficar eternamente aqui
Estou de volta a imensidão de um mar
Que é feito de silêncio
Se os teus olhos não refletem mais o nosso amor
E a saudade me seguir pra sempre aonde eu for
Fica claro que tentei lutar por esse sentimento
Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim sem dor
Diga sim...
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
sábado, 28 de novembro de 2009
Canção da Alma Caiada
E dançar conforme a dança
Do que jamais ousar
Que não me enquadro na lei:
Minto sobre o que sinto
E esqueço tudo o que sei.
Sem me poder vencer:
Tento afogar no mar
O fogo em que quero arder.
Só à noite caio em mim
Por isso me falta calma
E vivo inquieto assim."
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Eu sempre fui Apaixonada por ele...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A Procura da "Pegada" Perfeita

Acho que minha hora chegou...
Não à hora da morte, mas à hora de amar.
Em conversar com amigos na faculdade eu soltei a pérola acima, pérola esta que dá título a este derramamento emocional...
Coloquei uma canção de amor um tanto quanto triste e transformei este meu singelo quarto em templo para meditação.
É impossível não me perguntar o que estou procurando de verdade?
Nos assuntos do coração sempre fui perito, sempre tive respostas para ajudar os outros e soluções rápidas para qualquer problema relacionado ao amor.
No entanto, algo tocou em mim depois de pronunciar tal sentença...
Estaria eu me condenando a procurar para sempre?
Quando será que alguém vai me encontrar?
O que é a “pegada” perfeita?
Seria esta o misto de desejo e paixão?
Seria apenas a carne clamando por outra carne?
Volto a perguntar:
O que estou procurando?
Em meus caminhos o Amor nunca existiu, este nunca se materializou e me tocou, nunca existiu alguém a me esperar, um abraço para quando eu chegar ou um beijo para me despertar. No meu caminho não teve bombons, nem flores, nem luz do luar... Não teve praia, não teve sol, não teve um colo para me ninar.
Na verdade nunca achei que seria um problema não ter a companhia do amor, afinal nem todos nasceram para lâmpadas alguém precisa ser o poste e segurar a luz que iluminaram os outros...
Nestes tempos, depois de desertos, alguns olhos encontram os meus olhos, mas nenhum deste falou a mágica palavra amor. A palavra que trará ar fresco ao verão intenso do meu coração...
Ah! Esse verão de 40º graus que me consome inteiro, me consome as forças... Deixando-me fraco e sedento...
Quero cair, mas em braços fortes, quero dormir, mas sentindo um corpo encostando o meu, quero não só beber, mas me banhar na fonte inesgotável do prazer... Quero ser frágil a um olhar e forte se este olhar de mim precisar.
Quero o outono, a temperatura amena onde as folhas caem no chão e o entardecer frio é propício ao aconchego de respirar na nuca.
Quero arrebol. Quero cheiro da terra depois da chuva. Quero esquecer à hora, esquecer os textos, esquecer tudo e fazer de um momento o melhor de todos. Quero usar os termos mais antiquados para definir quem veio definir minha vida, chamar de Tesouro, Bebê, Carinho, Coração, Paixão, Mozinho, Mozão... E enfim dedicar à pureza que há em mim a quem me prometa amor até o fim.
Não quero a “pegada” se esta não tiver algo mais, porém eu quero este algo mais mesmo sem a tal “pegada”...
Estou pronto e quero alguém para dizer EU TE AMO, quero alguém para chamar de meu amor, alguém para me chamar de amor.
Que a procura tenha fim e que perfeita seja apenas a estrada que conduzirá o Amor e Eu.
Sérgio Breneditt
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Esta semana...
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As palavras ou versos podem sair de uma maneira simples ou rebuscada, mas asseguro que estas saem do espírito sozinho, confuso e ansioso que mora em mim. As palavras que nunca foram ditas a ninguém e que querem ser ditas são libertas nesta lauda pálida.
Sinto-me covarde, deveria gritar as verdades e não fugir com humor... O riso fácil que provoco são apenas subterfúgios para ocultar a lágrima silenciosa nos meus olhos... Meus dedos doem de tantos caracteres que procuro para regurgitar emoções, frustações e outros tantos e tantos “ções”. Dores que vão além das articulações... Mas sem definições só dores.
O meu vicio começou depois da separação... Não consigo parar de escrever.
Tem sido mais forte que eu. O sabor das letras me leva ao nirvana, ao encontro de Buda para os asiáticos, aos braços de Nanã, mãe da natureza, para o sincretismo religioso, ao céu dos céus e neste lugar deposito o meu fardo... É cósmico e tão pueril, é tanta mentira... Angustia disfarçada em romance de auto-ajuda. Auto-ajuda? É irônico!
Mergulho no alfabeto solitário e neste me corrompo.
Tudo acabou e eu não vi o caminhão... “qual é o segredo da felicidade?”
Quero terminar este texto e dormir... Sabe quando você desliga o celular e sabe que ninguém te incomodará? Eu quero me desligar e não me incomodar, não pensar em nada, nem questionar... Abandonar a historia no meio e dizer fim.
Quer saber?
Esse é o fim!
Chega.
Sergio Breneditt








