Este espaço serve para depositar as palavras que não consegui dizer... São as Vozes das minhas Muitas Almas... Meus Momentos de Silêncios e Lágrimas... Mudanças de Moradias e de Atitudes... Lugar para dividir minhas Transformações Interiores... É Um Pouco + d Mim.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Um Conto de Bruxas
sábado, 22 de dezembro de 2012
Deveria ser um anjo
sábado, 21 de julho de 2012
Coisas Dele: O Homem Proibido
sábado, 26 de maio de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Naqueles Dias - Carnaval
sábado, 26 de novembro de 2011
Sendo Triste
Sérgio Breneditt
domingo, 23 de outubro de 2011
Linhas Soltas
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Amor INTERMEDIÁRIO
terça-feira, 10 de maio de 2011
Cotidiano: Dor de Cabeça
domingo, 1 de maio de 2011
Encruzilhada
sexta-feira, 25 de março de 2011
Efêmera
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Uma história II

O Outro e o Estranho foram apresentados pelo Novo, sim o mesmo que seduziu Ele.
O Estranho com seu papo cativou o Outro, afinal o Outro estava triste, angustiado e solitário. O querer por Ele ainda era intenso, a ferida continuava aberta.
Juntos, o Estranho e o Outro seguiam pelas veredas inconstantes, fraquejantes e vacilantes. Nos braços do Estranho o Outro se lançou conhecendo assim o melhor amigo do Novo, o Desejo.
A história é simples e mais uma vez se resume no que já contei na busca constante por Ele, o Outro se entregou ao Desejo, ao Estranho e ao Novo... Ele, Ele nunca soube de nada, afinal já havia deixado o que considerava velho.
Sérgio Breneditt
sábado, 22 de janeiro de 2011
Ao Encantado
No caminho não tinha anões, nem casa construída com doces. No entanto, neste tinha a doçura de um chocolate e o companheirismo comum a amigos que sempre estão juntos.
Não tinha fada-madrinha, nem bruxa, nem ao menos maçã. Não tinha castelo, nem rei, nem princesa adormecida. O lobo mal também não faz parte desta história...
Você também não vai encontrar aqui ratinhos costureiros... Nesta existiu apenas dois personagens: o plebeu e o encantado.
Era para ser uma história de amor, um amor com uma tendência homoerótica bem transgressora, mas não foi assim que aconteceu... Por acaso eles se encontraram, foi por caso que viveram em cumplicidade e por caso se amaram.
Não teve planos, os caminhos, o destino, as mãos de Deus quem os guiou pela estrada que seguem as pessoas apaixonadas...
O Plebeu era a intensidade, o desbravador, era o cara que sonhava vencer. O Plebeu era misto de força e ingenuidade alguém que matava gigantes durante o dia e a noite chorava contemplando o mar.
Por sua vez, o Encantado era mágico, ilusionista, perspicaz... Um lord possuidor de tudo que encostava a mão. Seu rosto sereno e maduro inspirava a confiança de chegar a algum lugar. Ao lado do Encantado, ninguém estaria perdido e foi assim que o Plebeu se sentiu...
Os dois se completavam. Plebeu tinha a família e o amor, já o Encantado tinha a noite, a liberdade do ar em percorrer todos os espaços. Juntos eram invencíveis... Juntos eram completos... Juntos eram como misturar a chuva e o sol... Juntos eram arco-íris.
No entanto, depois de longos anos vivendo no anonimato dos afetos escondidos, o Plebeu pediu para ouvir a palavra amor... Por medo, o Encantado o deixou... Na solidão o deixou, não teve desculpas foi um simples adeus, uma carta que falava de uma herança de diamantes e mais solidão.
Hoje, Plebeu, não sabe nada sobre o Encantado... Segue vivendo sua vida, faz faculdade, trabalha e busca encontrar se não o arco-íris pelo menos um pote de ouro.
A história não acaba com um final feliz, não era um conto de fadas era apenas mais um conto... Não termina com a máxima “E foram felizes para sempre.”
O que sei e posso deixar registrado aqui é que o Plebeu ainda ama e mesmo negando espera a volta... A volta do Encantado.
domingo, 21 de novembro de 2010
Uma Música

Pra Ser Amor
Ricky Vallen
Tinha que ser mais forte do que nós
Ser companhia quando estamos sós
Ser invisivel e abrasador
Pra ser amor
Tinha que haver bem mais compreensão
Tinha que ser maior do que a razão
Ser imbatível como um vencedor
Se fosse amor
Todo o universo ia conspirar
Dando um remédio pra aliviar a dor
Pra ser amor
Tinha que ser nós dois
Pra ser amor
Tinha que ser mais forte do que nós
Ser companhia quando estamos sós
Ser invisivel e abrasador
Pra ser amor
Tinha que haver bem mais compreensão
Tinha que ser maior do que a razão
Ser imbatível como um vencedor
Se fosse amor
Todo o universo ia conspirar
Dando um remédio pra aliviar a dor
Pra ser amor tinha que ser nós dois
Pra ser amor tinha que ser nós dois
Pra ser amor
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Crônica do Amor

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
O contrário do Amor
O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.
Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.
Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.
Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Safena
"Sabe o que é um coração
amar ao máximo de seu sangue?
Bater até o auge de seu baticum?
Não, você não sabe de jeito nenhum.
Agora chega.
Reforma no meu peito!
Pedreiros, pintores, raspadores de mágoas
aproximem-se!
Rolos, rolas, tinta, tijolo
comecem a obra!
Por favor, mestre de Horas
Tempo, meu fiel carpinteiro
comece você primeiro passando verniz nos móveis
e vamos tudo de novo do novo começo.
Iansã, Oxum, Afrodite, Vênus e Nossa Senhora
apertem os cintos
Adeus ao sinto muito do meu jeito
Pitos ventres pernas
aticem as velas
que lá vou de novo na solteirice
exposta ao mar da mulatice
à honra das novas uniões
Vassouras, rodos, águas, flanelas e cercas
Protejam as beiras
lustrem as superfícies
aspirem os tapetes
Vai começar o banquete
de amar de novo
Gatos, heróis, artistas, príncipes e foliões
Façam todos suas inscrições.
Sim. Vestirei vermelho carmim escarlate
O homem que hoje me amar
Encontrará outro lá dentro.
Pois que o mate".
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Um texto para uma Crise
Os caminhos levaram ao romance, mas o que vivi foi um drama... O que há comigo?
O que acreditei que morava no coração morava mesmo nos olhos, olhos que fogem, olhos que se fecham... O que há comigo?
O “Eu te quero bem” era utópico, inverossímil, inadequado e perecível.
Novas paixões me trazem repulsam, medo, asco do que sou... O que há comigo?
Estarei eu contaminado pelo vírus da dúvida, do impossível, da incredulidade?
Você seria tão cético para não me respeitar, não ligar, não buscar?
Sinto saudades do que não tive, falta do beijo que nunca aconteceu , falta da doença que me unia a você... O que há comigo?
Esfaquei o meu peito, atira em mim, atropele-me, mate-me, por favor. Deixe minha alma, retire-se do meu corpo leve embora essa angustia e essas marcas. Por Deus seja exorcizado e repreendido para nunca mais voltar.
O que há comigo?
Seria você meu espinho na carne?
Seria você o Diabo acusador que se aproveita de mim?
Seria eu o instrumento do seu mal, o instrumento da sua fraqueza?
Seria eu o ser capaz de gerar duvidas em seu coração?
Você tem um coração?
Por que fugir sozinho se podíamos fugir juntos?! Por que chorar sozinho se podias chorar em meus braços?! Por que amar sozinho, se podia amar comigo... Podia viver comigo... Podia estar aqui comigo...
O que há comigo?
Pergunto-te outra vez.
Algo eu sei, não estou contigo...
Sérgio Breneditt
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Uma História




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